Há uma pergunta que nenhum consumidor faz, mas que define cada vez mais a experiência financeira de milhões de brasileiros: quem está por trás disso?

Por trás da academia de ginástica que conseguiu financiamento para reformar sua estrutura por meio da própria plataforma que usa para captar alunos. Por trás do cliente que parcela um celular em 21 vezes na loja, sem cartão de crédito, sem sair da jornada onde já estava. Por trás do crédito que aparece no momento certo, no lugar certo, como se sempre tivesse estado ali.

O que essas operações têm em comum é uma camada que o consumidor final nunca vê: a infraestrutura tecnológica e regulatória que permite que empresas que não são bancos operem serviços financeiros com escala, segurança e conformidade.

O crescimento reflete um fenômeno estrutural. Empresas de setores completamente distintos do financeiro passaram a enxergar no crédito não um produto acessório, mas uma alavanca de receita e fidelização dentro das próprias jornadas que já operam.

O desafio é que operar crédito exige regulação, tecnologia, gestão de risco e capital, uma estrutura que a maioria dessas empresas não tem e não quer construir do zero. É nesse espaço que a QI Tech opera.

Sua plataforma integra, de forma nativa, toda a jornada de uma operação financeira: onboarding, antifraude, análise de crédito,emissão da CCB, Pix, cessão dos direitos creditórios, administração de FIDCs, dentro de um ambiente regulado pelo Banco Central e pela CVM e com tecnologia 100% proprietária.

A QI Tech atende mais de 700 empresas em setores que vão do varejo à telecom, de plataformas digitais a gestoras de fundos de investimento

E a empresa acaba de atingir um novo marco nesse movimento: 27,4 milhões de CPFs únicos, mais de 25% da população economicamente ativa do país já acessaram algum produto de crédito viabilizado por sua infraestrutura. Um em cada quatro brasileiros em idade de trabalho.

Há quatro meses, a empresa havia divulgado o número anterior: 21 milhões, o equivalente a 20% da PEA. "Na QI Tech, boa notícia envelhece rápido", resume Pedro Mac Dowell, CEO e fundador da companhia.

O caso da Vivo ilustra como esse modelo funciona na prática. Com a infraestrutura da QI Tech, a operadora lançou o Vivo Pay Crediário, produto que permite financiar eletroeletrônicos em até 21 vezes diretamente nas lojas físicas da rede, seguindo a lógica de Buy Now, Pay Later.

O produto pode ser usado como meio principal de pagamento ou combinado com cartão, ampliando o acesso ao crédito no varejo. A QI Tech viabiliza toda a jornada, da originação à cessão: bancarização via SCD, cobrança e administração dos FIDCs que garantem o funding e a escalabilidade da operação.

O Vivo Pay gerou R$ 426 milhões em receita de serviços financeiros e havia concedido mais de R$ 1,2 bilhão em crédito desde 2020.

Apenas em 2025, mais de R$ 57 bilhões em operações de crédito foram originados por parceiros que usam a infraestrutura da QI Tech

O mesmo princípio se aplica em mercados completamente diferentes. O Wellhub, plataforma de bem-estar corporativo que conecta empresas a academias e estúdios parceiros, identificou que grande parte de sua rede não conseguia acesso a crédito no sistema tradicional em condições compatíveis com a realidade do setor.

Um banco convencional não tem como avaliar o risco de uma academia com a profundidade de quem opera o ecossistema inteiro. Com a QI Tech estruturando a operação, o Wellhub lançou o "Financial Solutions by Wellhub" e um FIDC de R$ 100 milhões para financiar os negócios de sua rede, com administração, custódia e escrituração de notas comerciais inteiramente a cargo da infraestrutura da QI Tech.

Esses movimentos acontecem em escala. A QI Tech atende mais de 700 empresas em setores que vão do varejo à telecom, de plataformas digitais a gestoras de fundos de investimento. Apenas em 2025, mais de R$ 57 bilhões em operações de crédito foram originados por parceiros que usam sua infraestrutura.

A companhia lidera o ranking da ANBIMA em administração de FIDCs, com R$ 175 bilhões de patrimônio líquido, posicionando-se como peça estrutural não só do mercado de crédito, mas do mercado de capitais brasileiro.

Os 27,4 milhões de CPFs são a medida acumulada dessa transformação. E esse número, no ritmo em que a QI Tech cresce, já está ficando velho.