Apresentado por Avenue Securities

De portas abertas para o maior mercado de ações do mundo

Entenda como a Avenue Securities está revolucionando o investimento no exterior e por que comprar ações diretamente é mais vantajoso do que as BDRs

 

Aos 17 anos, Roberto Lee foi emancipado pelo pai para trabalhar no pregão da Bolsa de Valores de São Paulo. Pouco depois, ingressou na Patagon, a primeira corretora digital do mundo, onde fazia intermediações eletrônicas antes de as operações de compra e venda de ações se tornarem virtuais.

Nos anos 2000, fundou a WinTrade, corretora especializada em pessoas físicas e, em 2012, criou a Clear, comprada pela XP. Em 2018, lançou a Avenue Securities – e a história dos investimentos de brasileiros no exterior começou a ser reescrita.

A Avenue nasceu com a missão de abrir as portas do maior, mais eficiente, mais seguro e mais regulado mercado do mundo: o americano. “Na época, havia dois grandes pontos de interrogação a respeito desse tema”, diz Lee. “O primeiro: é possível para o varejo acessar o sistema financeiro internacional? O segundo: se possível, por que ninguém fez isso antes? Fundei a Avenue para responder a essas perguntas.”

Em pouco tempo, as respostas vieram e Lee não se surpreendeu nem um pouco. Com a longa experiência na indústria financeira, ele sabia que, sim, era possível desbravar o admirável mercado americano. “Provamos que a categoria de investimento internacional é viável, tem mecânicas corretas e produtos aderentes para o público brasileiro”, diz o empresário.

Havia mesmo um novo campo a ser explorado. Segundo dados do Banco Central, em 2018 menos de 50 mil brasileiros realizavam investimentos diretos nos Estados Unidos. Apenas em 2020, a Avenue abriu 210 mil contas, multiplicando o acesso a ativos estrangeiros.

Agora, a empresa conta com um portfólio de 230 mil clientes e US$ 603 milhões sob custódia, mas esses números em breve estarão defasados. A expectativa é encerrar 2021 perto dos 500 mil clientes cadastrados.

O crescimento explosivo da Avenue se deve sobretudo a um processo tão marcante quanto inevitável. Na última década, os brasileiros começaram a sair dos bancos para investir. A desbancarização foi responsável por surgimentos de empresas como a corretora XP, e muitas outras seguiram pelo mesmo caminho.

Roberto Lee, fundador da Avenue Securities, é o responsável por popularizar esse mercado para os brasileiros

Desde então, milhões de pessoas descobriram o mundo dos investimentos, passaram a negociar ações na Bolsa e a comprar uma série de produtos financeiros. O aprendizado levou ao passo seguinte. Para o investidor, não faz sentido abdicar do pulsante mercado internacional.

É lá que estão as grandes empresas globais e os ativos mais cobiçados. “Existem poucos produtos financeiros eficientes no Brasil”, diz Lee. “O País é imenso, mas o mercado de capitais é pequeno. Não tem produto para todo mundo. A exposição internacional, portanto, é indispensável.”

Uma simples comparação escancara as diferenças entre os mercados no Brasil e nos Estados Unidos. Apenas 430 empresas estão listadas na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo. Somadas, as bolsas de Nova York (Nyse) e a eletrônica Nasdaq contabilizam aproximadamente 6 mil companhias de quase todos os setores e tamanhos.

Há, de fato, inúmeros benefícios em investir diretamente no exterior. Ao se associar à Avenue e comprar uma ação nos Estados Unidos, o investidor se submete às regulações e mecanismos vigentes no país. Ele, em resumo, participa de um ambiente maduro, com inúmeros sistemas de proteção e muito mais líquido do que o brasileiro.

Sob diversos aspectos, portanto, é mais vantajoso comprar ações diretamente do que adquirir as chamadas BDRs (Brazilian Depositary Receipts), que na verdade são valores mobiliários que apenas representam as ações de empresas estrangeiras. “A Amazon, por exemplo, não reconhece o investidor de BDR como uma acionista dela”, afirma Lee. “Outro ponto é que o regulador americano não vai proteger o acionista se a ação tiver algum problema.”

As BDRs também sofrem com as limitações de oportunidades. Apesar de a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) liberá-las para os pequenos investidores em outubro do ano passado, seu universo continua restrito. Existem atualmente 671 ativos disponíveis, ou apenas 10% do volume negociado na Nyse e na Nasdaq.

A Avenue oferece em seu portfólio uma lista extensa de produtos financeiros. São atualmente 6 mil, incluindo ações listadas na Bolsa, fundos de investimentos e ETFs de renda fixa, ainda desconhecidos no Brasil. Na prática, os Exchange Traded Funds são cestas de ativos que, neste caso, espelham índices de renda fixa.

A Avenue oferece em seu portfólio 6 mil produtos financeiros, incluindo ações listadas na Bolsa, fundos de investimentos e ETFs de renda fixa, ainda desconhecidos no Brasil

Lee orgulha-se de proporcionar ao cliente a possibilidade de abrir uma conta em apenas 6 minutos, uma raridade em qualquer ramo de negócios, e de manter um time de atendimento com longa experiência no mercado financeiro – e que, ressalte-se, fala português.

A empresa mantém projetos ambiciosos no horizonte. Um dos mais notáveis é o lançamento do banco digital ainda no primeiro semestre, o que garantirá a todos os clientes uma conta corrente internacional.

“Vamos criar mecanismos para que a experiência fique próxima do uso bancário no Brasil”, afirma Lee. Quando os serviços bancários entrarem em atividade, a operação da Avenue será a maior emissora de cartão de débito para clientes brasileiros nos Estados Unidos.”

Outra iniciativa em curso é a criação da Avenue Global Advisors, uma assessoria financeira que recentemente alcançou uma façanha inédita: é a primeira da história a ser regulada e reconhecida tanto pela SEC (Securities and Exchange Commission), órgão regulador dos Estados Unidos, quanto pela CVM, do Brasil.

Aos 41 anos e com mais de duas décadas de atuação no mercado, Lee não para de criar soluções para a sua empresa. “Acho que em 2021 o investimento internacional será considerado mainstream”, diz Lee. “A competição vai mudar a forma como as instituições financeiras brasileiras vão se comportar. A Avenue quer ser o ator central dessa transformação.”

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