Apresentado por Bradesco Asset

No front de batalha: as lições do médico que liderou o Sírio-Libanês no combate à Covid-19

No podcast Insights, da Bradesco Asset Management, Paulo Chapchap fala sobre os impactos da crise, detalha as novas fronteiras da medicina, analisa as fusões e aquisições no setor e lamenta a falta de investimentos públicos na saúde

 

O médico Paulo Chapchap (Foto: Silvia Costanti /Valor /Agência O Globo)

Paulo Chapchap já dedicou 49 de seus 66 anos à mais nobre das atividades: a medicina. Em cinco décadas, do início da faculdade à sua formação, conheceu todos os lados da profissão – como médico ou executivo. Na linha de frente, fez de cirurgia geral a cirurgia pediátrica para depois especializar-se no transplante de fígado, e suas mãos precisas certamente salvaram muitas vidas.

Ele é também um proeminente gestor. Nos últimos 17 anos, esteve à frente do Hospital Sírio-Libanês, atuando como membro do conselho de administração, superintendente de estratégia corporativa e diretor-geral, cargo que ocupou de 2016 até alguns dias atrás.

Chapchap contou parte dessa trajetória no podcast Insights, da Bradesco Asset Management. A conversa foi mediada pelo diretor do Bradesco Corporate, Fernando Freiberger, e pela apresentadora Priscila Forbes.

Além da crise do coronavírus, o podcast discutiu as novas fronteiras da medicina e os imensos desafios da saúde brasileira – que não são poucos.

“O que a pandemia mostrou é que somos uma só sociedade”, disse Chapchap. “É um jogo coletivo, você não consegue jogar de forma isolada.”

A crise do coronavírus foi o maior desafio da medicina em um século, mas é preciso reconhecer que ela mostrou uma face extraordinária da sociedade: a força para reagir.

No podcast, Chapchap destacou o notável feito da indústria farmacêutica, que deverá produzir, em 2021, 11,6 bilhões de doses de vacina, algo jamais realizado na história.

Ele também disse que a pandemia acelerou processos que demorariam anos para emplacar, como a telemedicina e a aplicação de mais recursos tecnológicos.

Outro tema debatido foi o dinamismo do setor de saúde brasileiro, marcado por aberturas de capital, fusões e aquisições e novos ciclos de investimentos.

A iniciativa privada vai bem, mas o setor público patina. Chapchap vê a escassez de recursos públicos para o setor como uma tragédia que precisa ser combatida.

Depois de deixar o comando do Sírio, Chapchap quer se dedicar ao ensino e, assim, disseminar a experiência adquirida ao longo dos anos. Nesse aspecto, o podcast representou uma verdadeira aula.

Para escutar o podcast com Paulo Chapchap, clique aqui em Insigths.

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