O conselho da SulAmérica: (re) pensar o consumo e equilibrar as finanças

Pesquisa encomendada pela seguradora constatou que a saúde física, emocional e financeira do brasileiro sofreu na pandemia. Segundo o levantamento, 6 em cada 10 brasileiros tiveram de reduzir gastos

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A sede da SulAmérica, em São Paulo

As datas especiais de fim de ano, como Black Friday e Natal, inevitavelmente despertam nas pessoas o desejo – ou a necessidade – de consumir. Nesses períodos, elas são bombardeadas por promoções, avisos de descontos e todo tipo de estratégia que tem o objetivo final, claro, de incentivá-las a comprar.

As ações são legítimas e, reconheça-se, vitais para a economia. Mas como fica o consumidor em um cenário de inúmeras tentações? O consumo consciente, aquele que jamais é feito por impulso e que está alinhado com a capacidade financeira da pessoa, é o melhor caminho a ser seguido.

Com ele, sonhos podem ser realizados e jamais se transformam em pesadelos no futuro. Maior grupo segurador independente do País, a SulAmérica lançou uma inédita campanha de conscientização que busca valorizar justamente o consumo consciente e difundir um conceito vital em tempos de pandemia, o da Saúde Integral.

De acordo com essa premissa, é preciso valorizar e conectar os aspectos mais relevantes da vida da pessoa – a saúde física, emocional e financeira. A campanha, intitulada SulAFriday, foi lançada por ocasião da Black Friday e tem como mote o slogan “Se dê um desconto e invista no que realmente importa”.

Por aí já se vê qual é o propósito da iniciativa. “Queremos defender a ideia do consumo com responsabilidade, evitando as compras por emoção e preservando a vida financeira das pessoas”, afirma André Caram, superintendente de Investimentos da SulAmérica.

A companhia percebeu a importância de liderar uma iniciativa desse tipo a partir dos resultados de uma pesquisa de abrangência nacional que avaliou a Saúde Integral do brasileiro. O estudo, feito em parceria com o Instituto de Pesquisa FSB, contou com a participação de 2.010 entrevistados de todas as regiões do país. A sua principal conclusão: a Saúde Integral precisa de ajuda.

O primeiro ponto que chama a atenção no levantamento diz respeito às finanças dos brasileiros. Seis em cada dez pessoas reduziram gastos durante o período. E os cortes foram nas áreas mais diversas: 66%, por exemplo, tiveram de diminuir despesas da casa, enquanto 57% cortaram custos de transporte.

Apesar do impacto da pandemia na vida financeira dos brasileiros, há um certo otimismo: 46% dos entrevistados acreditam que até o próximo ano retornarão a uma situação de vida similar ao que era antes da pandemia.

“Queremos defender a ideia do consumo com responsabilidade, evitando as compras por emoção e preservando a vida financeira das pessoas”, afirma André Caram, superintendente de Investimentos da SulAmérica

Com o dinheiro escasso, 36% dos entrevistados tiveram de recorrer a empréstimos ou assumiram dívidas. A geração X, aquela formada por pessoas entre 40 e 60 anos, é a mais endividada, com 42% dos integrantes tendo contratado um empréstimo ou assumido uma nova dívida no último ano. Para André Caram, o quadro preocupa.

“Muitos dos que estão próximos dos 60 anos têm dificuldades de se recolocar no mercado de trabalho”, afirma. “O aumento dos níveis de endividamento pode criar uma bola de neve de problemas.” Por isso, a importância de um planejamento financeiro e gastos comedidos durante esse final de ano.

De bolsos mais vazios, os níveis de inquietação, de fato, aumentaram. De acordo com o estudo, quatro em cada dez brasileiros estão mais preocupados com a saúde financeira do que com a física e emocional. Além disso, mais da metade (52%) dos pesquisados admitiu que as despesas e compromissos financeiros na pandemia provocaram estresse.

“Os dados demonstram claramente por que a Saúde Integral é importante”, ressalta Caram. “Pessoas em dificuldades financeiras ficam mais estressadas, e isso acaba se refletindo na saúde física e emocional. As famílias sofrem, já que o estresse é levado para dentro de casa.”

Não é difícil imaginar os impactos que situações desse tipo provocam em toda a sociedade. Problemas emocionais podem prejudicar inclusive a atividade profissional, impedindo que a pessoa cresça e se desenvolva na carreira.

Segundo constatou a pesquisa, seis em cada dez pessoas que se consultam atualmente com psicólogos começaram a fazer terapia após o surgimento da Covid-19. Não à toa, 53% acham que a saúde emocional piorou durante a crise do novo coronavírus. Metade dos pesquisados (53%) diminuiu a intensidade dos exercícios físicos por causa da pandemia e 64% afirmam estar acima do peso.

De acordo com o estudo, quatro em cada dez brasileiros estão mais preocupados com a saúde financeira do que com a física e emocional

Incentivar o consumo consciente é uma maneira eficaz de evitar que mais pessoas caiam em uma ciranda financeira negativa, que por sua vez poderá gerar danos físicos e emocionais. A educação financeira é um fator indispensável para que se alcance a almejada Saúde Integral. Para isso, a SulAmérica disparou uma série de ações.

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A SulAmérica detém 25% da Órama e usou a plataforma como um dos pontos focais da SulAFriday. Durante a campanha, o investimento mínimo nos fundos de renda fixa da Órama baixou de R$ 1.000 para R$ 1,00. “A ideia foi democratizar o acesso a esse tipo de produto e, ao mesmo tempo, estimular a educação financeira”, diz André Caram. A Saúde Integral, afinal de contas, não tem preço.

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