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Em transformação, Cultura Inglesa busca fluência no digital

Em entrevista ao Conexão CEO, Marcos Noll Barboza, CEO da Cultura Inglesa conta como a rede de ensino de inglês está criando um ecossistema digital com recursos como ensino híbrido, inteligência artificial, assinaturas e um novo papel das unidades físicas

 

Marcos Noll Barboza ainda não tinha completado dez anos quando se apaixonou pelo surf. Já adulto, ele se acostumou a dividir a vida de executivo, em cidades como o Rio de Janeiro e Florianópolis, com as horas dedicadas ao esporte.

Há cerca de dois anos, porém, o mar ficou mais distante para o gaúcho de 51 anos. Em maio de 2019, ele assumiu como CEO da Cultura Inglesa e se mudou para São Paulo. À frente da operação, uma outra onda, no entanto, tem concentrado boa parte do seu tempo.

Com 145 unidades e cerca de 90 mil alunos, a rede de ensino de inglês tem aproveitado a maré favorável à digitalização para promover uma intensa transformação em seu modelo de atuação, com mudanças que vão do desenvolvimento à entrega de seus conteúdos.

“É algo que a pandemia nos trouxe”, diz Barboza, em entrevista ao Conexão CEO (vídeo completo acima). “Até então, tinha-se a visão de que a Cultura Inglesa, por ser uma escola de excelência, premium, só podia ficar restrita ao presencial. E a gente desafiou essa mentalidade.”

Sob essa orientação, há uma série de projetos em curso na operação, que engloba as escolas da Cultura Inglesa em estados como São Paulo, Goiás, Santa Catarina, Bahia e, mais recentemente, Rio de Janeiro, a partir da aquisição, em março, dos ativos da Spot Educação.

As novidades no forno incluem diversas opções de cursos, com diferentes formatos e finalidades, combinando o presencial e o online. E, ainda, o uso de recursos como inteligência artificial, realidade virtual, um aplicativo próprio e a oferta de conteúdo nos modelos freemium e por assinatura.

“Nossa ideia é que, seja qual for o meio, a Cultura Inglesa tenha uma alternativa”, explica Barboza. “Queremos criar um ecossistema digital, com uma experiência integrada à sala de aula e uma lógica de personalização.”

No programa, Barboza fala também de temas como transformação cultural, a aquisição da operação carioca, os planos para um novo formato das unidades da rede, o lançamento das ofertas para escolas e empresas, e a concorrência com canais do YouTube, podcasts e aplicativos gratuitos.

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