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Capital Lab: a gestora brasileira que escolheu Londres para levantar US$ 100 milhões

De olho nos incentivos da City londrina, a Capital Lab Ventures vai captar seu primeiro fundo de venture capital em Londres. Vanessa Viana, sócia da gestora, conta ao Café com Investidor a estratégia, a tese de investimento e diz que já está atrás de negócios

 


Não há dúvida de que o mundo financeiro é globalizado. Mas há duas praças que disputam a centralidade desse mercado. E ambas estão separadas pelo Atlântico Norte. De um lado do oceano está Wall Street, em Nova York. De outro, a City, de Londres.

E uma gestora brasileira escolheu Londres para levantar o seu primeiro fundo de venture capital de US$ 100 milhões. É a Capital Lab Ventures, fundada em 2016, que já investiu em oito startups através de club deals.

“Estamos em busca de retorno aos investidores e o mercado de Londres nos proporciona uma séria de inovações em venture capital”, afirma Vanessa Viana, sócia da Capital Lab Ventures, ao Café com Investidor, programa que entrevista os principais gestores de venture capital e private equity, do NeoFeed.

O objetivo é investir em startups do Reino Unido, da Europa e de Israel. Apenas um pequeno percentual, entre 5% e 10%, será reservado para as empresas iniciantes da América Latina. “Serão empresas de deep tech que podem ser competitivas globalmente”, diz Viana.

Startups que estão no atual portfólio da Capital Lab Ventures poderão receber outros aportes e migrar para o novo fundo, que deve ter seu first closing ainda este ano.

Entre elas estão cinco startups brasileiras (Geru, i4sea, Pink Farms, Atomic e Clorent), além de SwissDeCode (Suíça), Rubicon (EUA) e FunderBeam (Estônia).

Nesta entrevista, que você assista no vídeo acima, Viana fala sobre a tese de investimento do fundo e o tamanho previsto para os cheques. A gestora também explica as razões de a Capital Lab Ventures ter escolhido Londres para fazer a captação.

Viana conta também sobre sua trajetória profissional, que passou pela privatização das telecomunicações e pela criação da área de private equity no Bradesco BBI. Outra tema abordado foi a questão de diversidade nas startups e o papel das mulheres em empresas e no mercado financeiro. Assistam acima.

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