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EXCLUSIVO: Alexandre Rappaport deixa a Livelo para comandar a fintech do grupo Cyrela

O NeoFeed apurou que o atual CEO da Livelo pediu demissão da companhia de fidelidade do grupo EloPar para assumir a fintech do grupo Cyrela, do empresário Elie Horn

 

Alexandre Rappaport está deixando a Livelo a caminho da Cashme

O executivo Alexandre Rappaport está deixando o comando da Livelo, empresa de fidelidade da EloPar, cujos acionistas são Bradesco e Banco do Brasil. Fontes a par do assunto revelaram ao NeoFeed que ele estaria a caminho da fintech Cashme, do grupo Cyrela.

Rappaport, que foi diretor da American Express e também diretor da área de cartões do Bradesco, vai assumir a Cashme com a missão de trazer mais robustez para a companhia, focada em empréstimos com garantia e outros tipos de crédito.

A empresa fechou 2020 com uma carteira de crédito de R$ 700 milhões e o objetivo é alcançar R$ 1,5 bilhão até o fim de 2021, como mostra uma recente reportagem do NeoFeed. Rappaport chega para acelerar esse plano.

Pessoas que conhecem o executivo dizem que ele tem background para fazer a fintech do empresário Elie Horn ganhar mais força em um mercado disputado por Creditas e Credihome.

Ele assumiu a Livelo em 2017 com o desafio de fazer a companhia dar lucro – em 2016, a empresa havia reportado prejuízo de R$ 70 milhões. Rappaport liderou a transformação digital da Livelo, lançou produtos como os pontos que são convertidos em dinheiro e hoje mais de 100 empresas compram pontos Livelo. No ano passado, o lucro foi de R$ 270 milhões.

Procurado, Rappaport não respondeu as mensagens da reportagem do NeoFeed. Essa é a segunda saída de um alto executivo do comando de uma das empresas da EloPar em um curto espaço de tempo.

Em janeiro, o executivo Eduardo Chedid, na época presidente da bandeira de cartões Elo, saiu do comando da companhia para assumir o cargo de vice-presidente de serviços financeiros do PicPay.

No mercado, o que se comenta é que a relação entre Banco do Brasil e Bradesco é cada vez mais difícil no que diz respeito ao alinhamento de objetivos. Aliás, são notórias as discussões dos acionistas sobre o futuro da Cielo e da Elo Cartões.

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