Negócios

O plano da MRV para ir além do popular e entregar R$ 18 bilhões em vendas

Em entrevista ao Conexão CEO, Rafael Menin, copresidente da MRV, detalha a estratégia da empresa para criar um ecossistema de diferentes modelos de habitação, os planos de expansão e as perspectivas de listagem ou busca de sócios para essas novas operações

 

Não são poucos os operários nas mais de 600 obras em andamento no portfólio da MRV&CO. Longe dos canteiros, no entanto, um outro batalhão vem ganhando visibilidade na empresa, um dos principais grupos de construção e incorporação do País.

O time em questão reúne mais de 300 pessoas, de diferentes áreas, em 35 squads. Sua missão? Pensar e desenvolver produtos e serviços que permitam à companhia ir além da entrega das chaves e estender seu relacionamento com os moradores dos seus empreendimentos.

“Queremos estar presentes na vida do nosso cliente não mais por dois, mas por 20 anos”, diz Rafael Menin, copresidente da MRV&CO, em entrevista ao Conexão CEO (vídeo completo acima). “E propiciar que ele possa percorrer toda a sua jornada de moradia dentro da MRV&CO.”

Com R$ 130 milhões reservados para este ano, os squads são apenas um dos pilares da transformação da empresa, expressa na construção de um ecossistema com diferentes ofertas de habitação e no plano de saltar de um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 7,5 bilhões, em 2020, para R$ 18 bilhões, em 2025.

Além do segmento pelo qual ficou conhecida, dos empreendimentos residenciais populares, essa mudança também se traduz em quatro negócios consolidados desde 2017: a Urba, de loteamentos; a Sensia, de projetos para classe média; a Luggo, de locação de apartamentos equipados, decorados e com serviços compartilhados; e a AHS, a versão desse último modelo no mercado americano.

Essa plataforma foi erguida com base em duas certezas no grupo. “A demanda por moradia é e será gigantesca nos próximos anos. E o modelo de habitação vai mudar radicalmente”, diz Menin, que acrescenta: “E se alguém for ‘uberizar’ o nosso setor, que sejamos nós.”

Na conversa, Menin fala sobre esses movimentos e outros temas. Entre eles, os planos de expansão desses novos braços; a possível listagem ou busca por sócios nessas operações; a distância entre as perspectivas do setor e a avaliação atual das construtoras e incorporadoras no mercado de capitais; e as lições que aprendeu com o pai, Rubens Menin, um dos fundadores da MRV.

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