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A KPTL, que tem R$ 1 bilhão de ativos sob gestão, está captando mais R$ 900 milhões

Gestora, que nasceu da união da A5 com a Inseed, está captando três novos fundos para investir em startups de crescimento acelerado, em health techs e em empresas em estágio inicial. O CEO da KPTL, Renato Ramalho, conta a estratégia nesta entrevista ao Café com Investidor

 

Bloco 1 – A KPTL surgiu no fim do ano passado, da união da A5 com a Inseed e conta com 46 startups no portfólio. Renato Ramalho explica os motivos da fusão e fala sobre os seus três novos fundos. O primeiro de R$ 600 milhões para startups mais avançadas (growth). O segundo, de R$ 200 milhões, para health tech. E o terceiro, para startups em estágio inicial, de R$ 100 milhões.

Bloco 2 – Conheça a tese de investimento da KPTL, o que a gestora busca nos empreendedores e em que tipos de startups pretende investir. A ideia é apostar das startups em estágio inicial até as mais avançadas, com cheques que começam em R$ 1 milhão e podem chegar a R$ 80 milhões

Bloco 3 – Entenda os motivos de a KPTL ter investido na Knewin, SmartBreeder e Mark2Market

Bloco 4 – Renato Ramalho explica por que não está a caça de unicórnios e analisa as lições que o caso WeWork deixou para o setor de venture capital

Bloco 5 – Renato Ramalho conta sua trajetória pessoal antes de começar a atuar no setor de venture capital, nos anos 2000


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